Em matéria de democracia, Jardim da Madeira não recebe lições de ninguém, inclusive quando afirma reger-se por uma máxima que consiste em «proibir a proibição». Daí a sua proposta de inconstitucionalidade do comunismo. Semelhante à que vigora na sua ilha, com a única excepção de ter sido decretada uma espécie de tolerância para com «essa cambada de tolos».
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16 de julho de 2009
7 de julho de 2009
à tout propos (315)
O presidente da república vetou mais um diploma emanado da Assembleia da República. Desta vez foi a Lei do Segredo de Estado. Uma lei que havia merecido a concordância das bancadas parlamentares do PS e PSD. Mas, a avaliar pela pronta anuência de socialistas e sociais-democratas, Cavaco Silva deverá ter a razão toda do seu lado e, qualquer dia, o poder executivo…
29 de junho de 2009
à tout propos (314)
Talvez por força da dimensão, a probabilidade das redes de conhecimentos e amiguismo nos EUA é certamente menor do que em qualquer país europeu, incluindo Portugal. Longe da perfeição, a menor permeabilidade da Justiça e a ética americana do bem e do mal fazem o resto. Aqui, não há «talvez», com todos os desacertos que sabemos haver. Como é evidente, a pena de morte e a necessidade obsessiva de produzir sentenças são o reverso da medalha, com indivíduos injustamente condenados num sistema onde os bons advogados são perfeitamente inacessíveis ao vulgo; onde a dureza das penas não estanca a violência nem resolve as suas causas.
Mas, para o bem e para o mal, casos como o de Madoff são exemplares. Não pela dureza da sentença mas pela equiparação do crime económico ao crime de sangue: ambos comportam sequelas que podem ser irreparáveis. Sem hesitações.
9 de março de 2009
à tout propos (314)
Os exemplos de duvidoso relacionamento entre o Homem e os outros animais (para além do relacionamento simbiótico previsto na cadeia alimentar) sucedem-se em todo o género de «civilização». Uma vez que nas Ilhas Faroe (Dinamarca), o frio é intenso e, já que a malta daqueles ermos desconhece a globalização que possibilita as trocas comerciais de produtos ali inexistentes como a gordura vegetal ou os agasalhos sintéticos da Qechua, toca de matar baleias-piloto à catanada. Passatempo ou necessidade?
19 de fevereiro de 2009
à tout propos (312)
Exposição de gravura de Célia Barros com textos de Alexandre Nunes de Oliveira, um dos quatro malucos do manicómio. Para ver, na cooperativa de actividades artísticas Árvore. no Porto.
11 de fevereiro de 2009
à tout propos (311)
Mário Crespo, ícone histórico da televisão portuguesa e rosto do «60 minutos», sugere que façamos de conta que não há um ataque político ad hominem ao eng.º José Pinto de Sousa. Como se fosse uma coisa escabrosa e intolerável numa sociedade perfeitamente equivocada quanto aos valores da democracia. E em perfeita agonia causada por um potlach tão partidário quanto medíocre...
4 de dezembro de 2008
à tout propos (310)
Não querendo ser mordaz, sarcástico ou demolidor, uma das coisas menos agradáveis que se pode dizer a um artista é: «já vi coisas piores».
3 de dezembro de 2008
à tout propos (309)
Oportuno, o imbecil que habitou a Casa Branca durante oito anos julga que será indultado pela História por imputar as responsabilidades pela invasão do Iraque aos seus próprios serviços secretos.
12 de novembro de 2008
à tout propos (308)
Numa gala promovida pelo Comité Olímpico Português, Nelson Évora foi distinguido com a Medalha de Ouro e Vanessa Fernandes com a de Prata. Na mesma cerimónia, o guarda-redes de futebol do Sporting - Rui Patrício - foi distinguido com uma Menção Honrosa.
A Antena 1 passou unicamente a reacção do jogador de futebol, como se a Medalha de Ouro tivesse sido afinal atribuída a ele.
O jornalista não justificou a falha com uma eventual recusa dos medalhados em Pequim. Isso permite concluir que dar primazia jornalística ao prémio menos importante dos citados se tratou de uma opção consciente.
à tout propos (307)
Quando confrontado com o convite formulado pelos partidos da oposição no sentido de se demitir do cargo, o Governador do Banco de Portugal, Vitor Constâncio, disse não ver razões para tomar tal decisão.
De resto, o raciocínio escorreito deste homem com tantos e valiosos trabalhos ao serviço da nação quantos os de Heracles, está absolutamente correcto: por que razão se haveria o homem de demitir de um cargo principescamente remunerado, recheado de benesses e com direito de antena neste Portugal de Pequeninos?
De resto, o raciocínio escorreito deste homem com tantos e valiosos trabalhos ao serviço da nação quantos os de Heracles, está absolutamente correcto: por que razão se haveria o homem de demitir de um cargo principescamente remunerado, recheado de benesses e com direito de antena neste Portugal de Pequeninos?
3 de novembro de 2008
à tout propos (306)
Luís Filipe Meneses até pode ter muitos defeitos mas o da desatenção não lhe conhecia. Numa crónica de opinião publicada no Diário de Notícias, o deposto presidente do PSD sugere à actual líder que se cale. Perguntamos ao senhor Luís Filipe Meneses se andou recolhido nos últimos meses em algum mosteiro tibetano porque se há coisa que tem caracterizado Manuela Ferreira Leite é, justamente... o silêncio.
11 de outubro de 2008
à tout propos (305)
Os EUA preparam-se para riscar a Coreia do Norte da sua lista de países terroristas, caso os líderes daquele país feudal se deixem de aventuras nucleares e anuam nas pretensões dos EUA em ali abrir uma sucursal da Macdonalds.
Podemos aproveitar esta boa vontade e dar-lhes o Vasco da Gama, o Cristiano Ronaldo e o Alberto João da Madeira (presidenciável) em troca da Microsoft.
17 de setembro de 2008
à tout propos (304)
A confusão instalada acerca dos papéis reservados aos governantes e aos governados é preocupante. Alguém faça o favor de esclarecer o Secretário-geral da APETRO (Associação Portuguesa de Empresas Petrolíferas) que, quando o ministro da economia expressou o seu desejo de redução dos preços dos combustíveis - acompanhando a descida do preço do crude - está a falar como governante e não como cidadão consumidor. É compreensível que alguém na família de Manuel Pinho também sinta as dificuldades financeiras resultantes da alta dos preços do combustível. E que se solidarize. Mas será demasiado leviano que seja acusado de não estar a falar enquanto governante por desejar a descida dos preços dos combustíveis. Em primeiro lugar, porque se está a reportar às tendências de mercado. Em segundo lugar, porque os prejuízos para uma economia refém dos combustíveis e condicionada por estes é francamente maior do que a redução dos lucros das empresas petrolíferas e francamente menor do que a colecta fiscal de um país inteiro a trabalhar.
Finalmente, convém também alertar o senhor Secretário-geral que o sector que representa não é a única clientela do governo.
9 de setembro de 2008
à tout propos (303)
Hajam governos como este que assumem as responsabilidades das coisas. O primeiro-ministro indexou o aumento do «sucesso» escolar a medidas do governo.
A meu ver, correctamente: os alunos são obrigados a passar de ano e as avaliações dos professores dependem directamente das performances dos alunos, o grau de exigência diminuiu brutalmente repondo a justiça das coisas (e irritando consideravelmente os bons professores que restam, definitivamente alinhados pela bitola baixa) e, além disso, vamos quintiplicar dentro de alguns anos o número de licenciados com as novas oportunidades. E, mesmo assim, vamos continuar a garantir ao investidor externo, mão-de-obra barata e desqualificada.
8 de setembro de 2008
à tout propos (302)
Sinto que, ultimamente, este espaço de auto-recreação tem sido alvo de ataques terroristas. Ao contrário de outros líderes mundiais, entre os quais o saudoso Calimero, reconheço que este terrorismo me faz rir. Sobretudo quando está de cócoras a comer um gelado.
23 de agosto de 2008
à tout propos (301)
Este é o milésimo post aqui publicado. Pela milésima vez... a galinha da vizinha é maior que a minha.
19 de agosto de 2008
à tout propos (300)
Naide Gomes diz não ter palavras para explicar a sua eliminação. É melhor que assim seja, pois prevê-se que essa, seja a única forma de escapar à ira de Vicente Moura e à voragem da comunicação social.
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PS (1): Vicente Moura será o único que não apresenta resultados. Recordemos que estes jogos olímpicos foram aqueles onde houve [supostamente] maior investimento do Comité Olímpico Português.
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PS (2): Para evitar celeumas, o velejador Gustavo Lima já decidiu o abandono. Diz ele que os apoios são miseráveis e não contrabalançam minimamente os sacrifícios. Acreditamos mais nele do que em Vicente Moura.
à tout propos (299)
Ao contrário de todas as outras edições dos jogos olímpicos, este ano não ganhámos nenhuma medalha no desporto rei. O que é que se passa?
13 de agosto de 2008
3 de julho de 2008
à tout propos (297)
A um ano das eleições, o governo socialista pretende retirar o socialismo da gaveta.
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