La persistencia de la memória | Salvador Dali | 1931
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21 de julho de 2015
19 de novembro de 2012
21 de julho de 2012
27 de setembro de 2011
Inimigo público n.º 1
O facebook veio dar cabo disto tudo. Estamos a atravessar um espaço-tempo crucial. Há quem se lhe refira como... travessia no deserto.
4 de março de 2011
18 de junho de 2010
17 de junho de 2010
1 de março de 2010
3 de fevereiro de 2010
Smokers outside the hospital doors | Editors | An end has a start
Pull the blindfold down
So your eyes can't seeNow run as fast as you can
Through this field of trees
Say goodbye to everyone you have ever known
You are not gonna see them ever again
I can't shake this feeling I've got
My dirty hands
Have I been in the wars?
The saddest thing that I'd ever seen
Were smokers outside the hospital doors
Someone turn me around
Can I start this again?
How can we wear our smiles
With our mouths wired shut
'Cause you stopped us from singing
I can't shake this feeling I've got
My dirty hands
Have I been in the wars?
The saddest thing that I'd ever seen
Were smokers outside the hospital doors
Someone turn me around
Can I start this again?
Now someone turn us around
Can we start this again?
We've all been changed from what we were
Our broken hearts left smashed on the floor
I can't believe you if I can't hear you
I can't believe you if I can't hear you
We've all been changed from what we were
Our broken hearts smashed on the floor
We've all been changed from what we were
Our broken hearts smashed on the floor
Someone turn me around
Can I start this again?
Now someone turn us around
Can we start this again?
27 de janeiro de 2010
Crystal Wrists (Peter Murphy)
Para mim, Crystal Wrists sempre sugeriu rejuvenescimento, alegria, frescura e humildade. Sentimentos relativamente paradoxais se fizermos uma primeira leitura desta música do ex-Bauhaus, Peter Murphy. Bom, sempre entendi a adversidade como uma oportunidade.
14 de janeiro de 2010
Mistaken for Strangers | The National | Boxer
You have to do it running but you do everything that they ask you to
cause you don't mind seeing yourself in a pictureas long as you look faraway, as long as you look removed
showered and blue-blazered, fill yourself with quarters
showered and blue-blazered, fill yourself with quarters
You get mistaken for strangers by your own friends
when you pass them at night under the silvery, silvery citibank lights
arm in arm in arm and eyes and eyes glazing under
oh you wouldn't want an angel watching over
surprise, surprise they wouldn't wannna watch
another uninnocent, elegant fall into the unmagnificent lives of adults
Make up something to believe in your heart of hearts
so you have something to wear on your sleeve of sleeves
so you swear you just saw a feathery woman
carry a blindfolded man through the trees
showered and blue-blazered, fill yourself with quarters
showered and blue-blazered, fill yourself with quarters
You get mistaken for strangers by your own friends
when you pass them at night under the silvery, silvery citibank lights
arm in arm in arm and eyes and eyes glazing under
oh you wouldn't want an angel watching over
surprise, surprise they wouldn't wannna watch
another uninnocent, elegant fall into the unmagnificent lives of adults
You get mistaken for strangers by your own friends
when you pass them at night under the silvery, silvery citibank lights
arm in arm in arm and eyes and eyes glazing under
oh you wouldn't want an angel watching over
surprise, surprise they wouldn't wannna watch
another uninnocent, elegant fall into the unmagnificent lives of adults
18 de outubro de 2009
GRANDE!
Na sexta-feira, o Centro Cultural de Redondo recebeu Joan as Police Woman para um concerto grande, muito grande. Com Timo Ellis, Joan apresentou o seu último álbum, "Cover". Nesta matéria, as palavras costumam atrapalhar, por isso, quem não esteve, estivesse...
14 de outubro de 2009
24 de setembro de 2009
Jovens e política: o papel da socialização na participação política [de onze jovens]
Considerado um elemento fundamental da democracia representativa, o sufrágio universal é o meio que os cidadãos têm ao dispor para intervir directamente na escolha dos seus representantes nas instituições democráticas e, assim, expressar o seu apoio ou desacordo com as propostas políticas em «concurso». O decréscimo dos níveis de participação eleitoral observado nos últimos anos, independentemente da fase de consolidação democrática, é fonte de naturais preocupações para a própria legitimidade da democracia. Em particular, o tradicional e elevado abstencionismo observado entre os mais jovens suscita dois tipos de inquietações. Em primeiro lugar, a desmobilização geracional, um arrefecimento geral na participação eleitoral observado de geração em geração. Em segundo lugar, as especificidades próprias de uma fase de vida em que a política não parece ser particularmente entusiasmante.
As explicações do efeito geracional e do efeito dos ciclos de vida respondem muito bem a uma e outra inquietação, serenando alguns temores de crise: de um lado, a adesão a formas alternativas de participação política e, de outro, a convicção de a integração social com a entrada numa nova fase de vida [e o pacote de responsabilidades que a acompanha] favorecer um maior envolvimento político. Porém, interessa também identificar as diferenças que existem entre elementos pertencentes a um mesmo segmento etário. Para isso foram entrevistados onze jovens com vários perfis de integração e relacionamento com a política, interessando em particular, mapear os respectivos trajectos de vida, tendo como grande referência os mecanismos de transmissão de referências políticas. Neste caso, privilegiou-se o enfoque a partir da socialização política, esperando compreender o impacto que a socialização política pode ter na configuração de uma cultura política de participação e envolvimento políticos.
As diferenças observadas estão na base de tipos-ideais ou perfis de indivíduos construídos para dar expressão a diferenças fundamentais identificadas nos relacionamentos mantidos com a política. Desde logo, ao nível da participação política (convencional e não convencional) mas também ao nível do envolvimento e interesse pela política.
4 de agosto de 2009
26 de junho de 2009
Michael Jackson


A imagem do mulato com ar exótico a segurar o almofadado protótipo de felino acompanhar-me-ia para sempre, obnubilando os extravagantes e controversos episódios que se seguiram na vida de Michael Jackson. Lembro-me de percorrer a capa do álbum com o disco nas 33 rotações, deitado de barriga para baixo na carpete laranja do quarto que contrastava claramente com o luxuoso piso em que Jackson figurava naquela pose descontraída. Procurando perceber o que eram as lyrics e os chorus, aquelas foram possivelmente as minhas primeiras aulas de inglês. Ouvi aquele LP vezes sem conta, alternando-o com o Rio, dos Duran Duran. A pose confiante enfiada naquele olhar cândido (da capa) e, sobretudo, o tigre, transportavam-me para um mundo de sonho só desfeito pelo chamamento para o almoço e pelo teledisco do Thriller, algo impressionável para uma criança de 10 anos.
Michael, o rapaz maravilha dos Jackson Five, o Pelé da música, faleceu esta noite. Inigualável, o rei da Pop, deleitou gerações, deixou uma marca de enorme qualidade (musical, performativa, comercial), acirrou polémicas diversas (da vitiligo às acusações de abuso sexual de menores), suscitou paixões massivas e envolveu-se em intervenções de incontestável beneficência.
Mas de todas, fico com aquela imagem tutelar que também servia de quarteirão para os meus carrinhos. Bom, fico também com a imagem da sua primeira aparição no teledisco do We are the world, verdadeiramente excepcional.
3 de junho de 2009
Uma Vergonha!
A carta de renúncia ao cargo de Provedor de Justiça entregue por Nascimento Rodrigues tem menos efeitos institucionais do que mediáticos. Como grande parte das coisas neste país. A justiça não se vai ressentir da «vacatura» do cargo, até porque os agentes políticos e judiciais, pouca atenção dão ao provedor. Mas a carta gera na arraia-miúda o mesmo sentimento que Nascimento Rodrigues acusou ter sido completamente vilipendiado pelos deputados: consenso.
Numa frase: uma vergonha!
É a qualidade da democracia que está em jogo e, infelizmente, muito para lá da compreensão instrumental e simplória dos políticos deste país.
Numa frase: uma vergonha!
É a qualidade da democracia que está em jogo e, infelizmente, muito para lá da compreensão instrumental e simplória dos políticos deste país.
19 de maio de 2009
23 de abril de 2009
19 de fevereiro de 2009
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