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21 de maio de 2010

Uma moção de censura estratégica para todos

A moção de censura não foi aprovada, para alívio de todos, incluindo o PCP.

Mas, agora a sério... vamos às consequências práticas: José Sócrates contra-ataca em todas as direcções e, habilmente, vitimiza-se alegando uma perseguição bíblica; Jerónimo de Sousa aproveita a boleia da justificação da moção para recordar ao governo tudo o que tem pregado nos últimos 30 anos; Paulo Portas coça as virilhas e troca olhares com alguém da bancada do BE; Pedro Passos Coelho assiste ao debate de pantufas no sofá, pedindo às estrelas que deixem de brilhar a Santana Lopes; Francisco Louçã aproveita para dar uma entrevista à Playboy e disponibiliza-se para passar um fim-de-semana com a professora Bruna Real, com a Xuxa e com o Maradona; Francisco Assis pede um balde de água e uma esfregona para limpar o suco gástrico que lhe escorre da boca, lançando esgares selváticos de cada vez que alguém diz mal do grande líder.

Em suma, a pena capital ao dispor dos parlamentares serviu para consolidar a normalidade da Assembleia da República.

Agora a brincar... Há coisas que não se percebem. Eu, pelo menos, não percebo.

4 de setembro de 2009

Conspiração ou toleima?

O PS até podia não ter interferido directamente na suspensão do pasquim da Manuela Moura Guedes, consciente do impacto que uma notícia destas teria na opinião pública a três semanas das eleições. Mas também podia ter interferido, jogando justamente com a reacção da opinião pública àquilo que seguramente consideraria uma palermice do PS (para além de todas as acusações de cooptação das liberdades e garantias democráticas). Neste último caso, a teoria da sabotagem conspirativa serviria muito bem a estratégia de vitimização trilhada pelos dirigentes socialistas.

E também poderia ter sido, de facto, vítima de uma cabala engendrada por forças hostis e eventualmente afectas a outras sensibilidades políticas; ou pelo Manuel Alegre, cioso do seu socialismo.


Tenha ou não influenciado a suspensão do Jornal de Sexta, parece admissível a tese de um governo ter suficiente poder para o fazer num cenário em que é o princípio de mercado que norteia as restantes esferas, incluindo a massacrada deontologia do jornalismo.

A oposição, essa, está mais preocupada em explorar e aproveitar politicamente o caso sem que isso a conduza numa reflexão o «polvo» de que falava José Eduardo Moniz em entrevista aos meios de comunicação social.

Certo, certo é que ninguém no seu perfeito juízo suspenderia um programa líder de audiências e que nunca fez cerimónia com a sua linha editorial pecaminosa e parcial. Muito menos a três semanas das eleições legislativas e com o argumento da homogeneidade do programa após largos meses de pândega e excessos.


1 de setembro de 2009

O cabelo da Manela denuncia um certo conservadorismo

A JS acusou Manuela Ferreira Leite de ter parecenças com uma "professora primária conservadora do antigamente", como se a culpa fosse dela e não da sua cabeleireira. É natural que a verve, a transitoriedade e a irreverência características dos jovens, acrescidas por alguma imbecilidade das jotas, lhes instigue paixões acirradas pelos antípodas. Logo, é legítimo pensar que para eles, um professor moderno e sofisticado é representado pelo tipo relaxado, sempre disposto a aceitar umas valentes bolachadas de alunos e pais, e cujas preocupações qualitativas são esvaziadas pela obsessão com as sacrossantas estatísticas.
Simpatize-se ou não com a senhora, com as roupas bafientas e com o cabelo com topete e armação de laca, ainda se está para perceber a «profundidade» estratégica, semiótica e linguística do discurso dos rapazolas. Lá tamanho têm eles...
Aqui está uma amostra da escola política em Portugal, sendo certo que o problema de credibilidade que infesta a política e os políticos é, afinal, um problema de elementar educação.

19 de agosto de 2009

Orgulhosamente sós!

No artigo de opinião que assina no Público, Vital Moreira não foi homem de meias tintas. O outrora militante comunista, prefere entregar o poder à direita a vê-lo partilhado com comunistas e bloquistas. Esclarecedor. A expressão utilizada para intitular o artigo de opinião "Antes sozinho..." é, aliás, evocativa de um certo saudosismo...

Contudo, antes de mais este aprumo vitaliano, já Jerónimo de Sousa (PCP) e Fernando Rosas (BE) se tinham apressado a dizer mais ou menos o mesmo após o «desafio promíscuo» de Ferro Rodrigues, alegando diferenças ideológicas substanciais. E se há atitude que, por enquanto, não se viu nos dirigentes desses dois partidos foi aquela canina posição de bicos dos pés e olhos no poder, seja ele qual for.

14 de agosto de 2009

Mão dura nos canalhas do 31 da Armada

Mão dura nesses canalhas do 31 da Armada que, com o ímpio ataque à República (simbolicamente representada pela Câmara Municipal de Lisboa), abalaram os alicerces do regime. Não é tanto pela bandeira... é mais por se terem disfarçado de honestos trabalhadores numa missão de decoração da fachada municipal.

Entretanto, o Procurador Geral da República reza para que algum desses meliantes seja já arguido nalgum dos infindáveis processos de corrupção. Assim, talvez consiga meter alguém na prisão. Se a coisa der certo, sabemos que a PJ está a trabalhar num esquema secreto de produção de provas irrefutáveis para entregar ao Ministério Público: imagens manipuladas no photoshop, por exemplo, com a Fátima Felgueiras a hastear a bandeira da monarquia nos paços do concelho de Felgueiras.

3 de agosto de 2009

Os amigos não se lixam uns aos outros

Como é evidente, Isaltino Morais será absolvido porque, entre pares, a primeira é de gesso. O recurso interposto no Tribunal da Relação dará razão aos que, como João Cravinho, exasperam com a tolerância institucional de que beneficiam os veículos da corrupção em Portugal.

1 de agosto de 2009

Um estranho caso de amnésia

Apesar da estreita afinidade entre o governo e o mundo da comunicação social, o secretário de Estado das Obras Públicas, Paulo Campos, desconhecia a existência do IDT (Instituto da Droga e da Toxicodependência). Fosse por falta de leitura dos jornais ou por qualquer outra maleita inexplicável, o certo é que Paulo Campos também desconhecia que Joana Amaral Dias não era uma amiga com quem se fala sobre trivialidades por telefone. Afinal, é uma feroz militante do BE.

Depois do assédio da comunicação social nos últimos dias, Paulo Campos chegou à conclusão que nos últimos tempos da sua vida tem sido secretário de Estado das Obras Públicas. Também desconhece que foi claramente vítima da gula socialista - a Joana! Não queriam mais nada...

7 de junho de 2009

Quem semeia ventos colhe tempestades

A volumosa abstenção é preocupante mas não serve para explicar os resultados eleitorais nestas eleições europeias. A crise económico-social também não cumpre esse requisito, não obstante a compreensível vitimização do partido de poder. Este PS pode ou não tirar as ilações destas eleições. Tem mais alguns meses para a fazer mas isso. Não me parece é que tenha condições para continuar a tratar sobranceiramente a população como o tem feito até aqui. O fantasma da governabilidade pode ter tido aqui os seus dias contados pois foi inequívoco o sinal dos votantes relativamente a um cenário de nova maioria absoluta. A menos que o primeiro-ministro demita a ministra da educação, o ministro das obras públicas, o ministro da agricultura e o ministro das finanças. Ou, em alternativa, aceite uma coligação com o PSD, assumindo definitivamente a ligação ao universo ideológico com o qual mais se identifica.

Esta campanha eleitoral foi uma vergonha e isso sim, pode ajudar a explicar o desinteresse e descrédito que estão por detrás do aumento da abstenção eleitoral, a qual não é de modo nenhum exclusiva das eleições europeias. Nem aqui nem na Europa. Vital Moreira atreveu-se a sair das estantes de Coimbra para se revelar um militante com jeito para fazer fretes e da pior maneira. O PSD ganhou um potencial líder, embora se fique com a sensação deste resultado lhe ter caído no colo.

Os partidos mais desalinhados com a Europa totalizaram quase 20% dos votos mas porque nestas eleições se jogava o aquecimento para as legislativas [num total desprezo pela Europa], nem eles se vão lembrar dessa antipatia.

2 de junho de 2009

Incompatibilidades de campanha...

Há, na legislação portuguesa, uma parafernália de proibições, incompatibilidades, sanções e toda a sorte de regras. Para além da norma jurídica, a nossa vida é regulada por normas éticas, morais e, em muitos casos, religiosas.

Apesar deste imenso e omnipotente edifício que parece não deixar nada fora da sua alçada, verificamos a existência de inúmeros pontos de incerteza cuja regra é a imunidade, a intocabilidade.

Os atrasos programados nalguma justiça, os pactos entre os fortes sobre as regras terrenas, a incompetência consciente do legislador e tantas outras façanhas que, por ingenuidade, considerávamos lapsos próprios da natureza humana, encontram-se entre os mais maravilhosos exemplos da incerteza. Encontram-se, por assim dizer, no alto de uma dissimulada ofensiva à universalidade das normas.

Talvez esta conversa seja excessiva e altamente rebuscada para o que vem a seguir. Para além de me ter excitado com a escrita e de hoje me calhar uma aula de banho do bebé, confesso que me dá comichão observar candidatos a órgãos de Estado que conservam as colunas de opinião na imprensa para ganhar vantagem política. Com tanta regra, não podiam ao menos tentar fazer a coisa menos óbvia? «Já agora, credibilizavam-se e credibilizavam a política junto dos portugueses», lá pensaria o sr. Presidente da República...

1 de junho de 2009

Nas Europeias joga-se afinal as Legislativas

A campanha eleitoral para as Europeias caracteriza-se por se preocupar unicamente com as eleições Legislativas que terão lugar no Outono. Este triste desígnio diz quanto baste sobre o entendimento que os principais partidos têm sobre a Europa. Um jogo em que se joga, enfim, o poder tacanho à escala de um quintal.

31 de maio de 2009

Europeias continuam longe da Europa

Vital Moreira não só assimilou a cultura política de José S. Pinto de Sousa como conseguiu dar alguns centímetros ao seu rival social-democrata, Paulo Rangel, ao mandar definitivamente a campanha para o mais repugnante lodo.

Além do registo condenável, a 8 dias das eleições europeias, os candidatos parecem não ter compreendido inteiramente a que se candidatam e, possivelmente, andarão a fazer as contas sobre qual o quarto do Palácio de S. Bento que lhes caberá. A Europa é o quintal de trás, uma extensão da política corriqueira e imbecil que vigora. Mas também é possível que, como alguém acusou, todo este atoleiro em que se converteu uma simples campanha para a menos participada das eleições, faça parte de uma estratégia conjunta dos dois principais partidos para a descredibilizar, aumentando a abstenção eleitoral.

Seja como for, esta campanha funciona como o aperitivo do que está por vir com as eleições autárquicas e legislativas. E o que prenunciam não é nada de bom. Pelo menos para quem tem preocupações com a democracia.

A consolidação democrática defendida pelos politólogos até pode ser uma realidade do ponto de vista jurídico e entre alguns sectores da sociedade portuguesa. Mas certamente não o será no seio dos covis partidários.

30 de maio de 2009

A política portuguesa, sempre, no seu melhor

Em plena campanha eleitoral para as eleições europeias, as quais terão lugar já na próxima semana, a performance dos candidatos é caracterizada por um estranho, quiçá estratégico, silêncio sobre a Europa. Este silêncio diz bem sobre a importância dada às eleições europeias pelos próprios partidos políticos. Exagero? Seria, eventualmente, caso o debate não estivesse centrado nas questiúnculas pessoais e políticas. Como é habitual. Neste particular é de realçar a socialização política a que tem sido sujeito o candidato socialista, Vidal Moreira: já acusa, chama os outros de aldrabões e diz que, a seguir ao guru Pinto de Sousa, é ele o melhor. Uma evolução verdadeiramente darwiniana, de simpático animador infantil a lobo.
Perante este triste cenário em que nem as questões da Constituição Europeia parecem ser suficientemente atraentes para fazer política séria, não me surpreendem comentários de cidadãos como o que ouvi ontem, en passage, acontecido numa conversa entre dois vizinhos anciãos: «são todos iguais, quando lá se apanham, são iguais aos que lá estão». Com muita pena minha, anui e segui o meu caminho porque se há coisa que os velhos têm, é experiência...

23 de maio de 2009

Missionário Sócrates

Talvez fosse pelo adiantado da hora ou pelas saudades da fruta do Oeste, certo é que a palavra mais ouvida a José Sócrates no comício conjunto com o PSOE em Valência não foi «mudança», «progresso» ou «justiça social» mas sim, «pêro». Esta é a nota de destaque. O homem até se esforçou por falar espanhol mas, de castelhano, muito pouco lhe saiu. Afinal, na faculdade não precisou de ir além do «espanhol técnico».

No essencial, nada de saliente excepto o vazio de conteúdo, facto que nos apraz registar pois não seria justo mimar os espanhóis com um registo socratiano que nos é estranho. Os militantes espanhóis aplaudem, não só porque foram para isso instruídos e porque são tipos normalmente simpáticos com os forasteiros. Mas também porque ficaram com a ideia errada de que aquele homem grisalho de aspecto simpático, embora excessivamente «gesticulante», era o empresário do Cristiano Ronaldo.

Finalmente, ficámos com a impressão de que a interpretação e solução dos problemas que faz e tem de e para Portugal aplicam-se em rigor a Espanha. Essa leitura é deveras preocupante. Mas estamos convencidos que ninguém percebeu. Valha isso aos nuestros hermanos.

30 de abril de 2009

Entulho de volta ao arrabalde

O país, este em que vivemos, não é muito diferente dos outros. Com excepção de muitas coisas. Mas nas más, conseguimos superar uma boa parte deles. Há alguma unanimidade quanto à colonização dos diversos domínios da vida pela lógica de mercado. Esse é, de resto, um dos pontos de chegada [ou súbitos ataques de consciência] que justificam estas reuniõzecas dos G-20. Triste mas previsívelmente, a meta central não consiste em dar solução à crise, mas sim em mais uma manobra de cosmética de efeitos imediatos. Nós, os de cá, queremos mostrar que, do fundo da pequenez, estamos empenhados em dignificar a prevalência do mercado. Por isso, dentro em breve, os pequenos prevaricadores ambientais vão passar a beneficiar de uma espécie de amnistia, desde que mostrem arrependimento pelos seus hediondos actos. Em nome da saúde financeira das pequenas e medíocres empresas, cuja dimensão se reporta tanto ao volume de negócios e de empregados como ao volume do raciocínio do patrão que, nesta matéria, conta com a total solidariedade do governo.
PS: certamente que as autarquias estarão muito receptivas para a recolha de entulho nos arrabaldes e taludes. E a população acolherá com legítima satisfação todos os atropelos ambientais nas «ribeiras dos milagres» cá do tugúrio. Como é que teria sido se, em vez de ministro do ambiente tivesse sido ministro das obras públicas?

27 de abril de 2009

Detidos à força

Em que é que a justiça num Estado de Direito é compatível com objectivos formal ou informalmente assumidos pela polícia para a avaliação de desempenho dos agentes, sendo estes perigosamente atirados para a condição de juízes?

20 de abril de 2009

Quando o verniz estala

Depois da paixão, sucederam-se os arrufos. Agora, em período pré-eleitoral, o casalinho dá mostras de cansaço e de tensão. O período de confluência entre governo e presidência da república dá, assim, lugar a uma coexistência antagónica semelhante à vivida pelo primeiro-ministro Cavaco Silva com Mário Soares na presidência. É agora a vez de Cavaco vestir a pele do lobo. E assenta-lhe tão bem...

18 de abril de 2009

Ladrão que rouba ladrão... sem anos de perdão

Está a ser preparada uma proposta de lei pelo PS que visa taxar o enriquecimento ilícito, ou seja, os prevaricadores ficarão obrigados a partilhar 60% dos proveitos conquistados ilegalmente. O arranjo soa a cumplicidade, finda a qual, cada um às suas e «ala que se faz tarde».
Neste país, a vontade de legislar sobre tudo e sobre nada é tanta que, no final, as malhas da funcionalidade estão presas por nós cegos.
Neste caso, se calhar, era deixar como está ou adoptar uma solução dramática que retirasse ao prevaricador a totalidade dos ganhos ilícitos e o mandasse para a cadeia. Mas isso, se calhar, seria uma sobrecarga para as prisões e as relações pessoais no país poderiam deteriorar-se mais do que a relação entre um cão e um gato. 

26 de março de 2009

O Leviatão partidário

Depois de nove longos meses de gestação, ainda não foi desta que saiu a nomeação política do detentor de um cargo público cuja independência política é condição e não uma meta a atingir pelos partidos políticos.

As tradicionais questiúnculas sapateirais motivadas pelos mais abjectos interesses partidários, estão na origem de mais um triste episódio protagonizado pelos partidos. Desta feita, o PSD não validou o nome de Jorge Miranda para Provedor da Justiça por uma simples questão de “princípio”: não foi um nome avançado pelo PSD. E que princípio é esse? É o princípio da ladroagem institucional, uma transposição da ética da ralé para a ética dos partidos políticos.
E como são exímios em dar distinta solenidade ao mais profundo desprezo pela democracia e pelas instituições democráticas.

Nos grandes partidos, o mal não está na ideologia quando existe nem no debate ideológico que pode daí resultar. Antes pelo contrário. Não, nestes grandes partidos o mal está na falta de qualidade de muitos dos seus dirigentes – autênticos caciques medidos em votos – e na soturna cultura organizacional que vigora.
O Leviatão de Hobbes não é, no caso português, a simples analogia do monstro com o peso de uma administração pública asfixiante mas sim a triste coincidência com a sede de domínio total dos partidos sobre a vida quotidiana. Riquezas de uns e misérias de outros, como nos advertiria Aquilino Ribeiro.

14 de março de 2009

200 mil são uma ninharia para o governo

Um dia após 200 mil pessoas (cerca de 3,5% dos votantes nas eleições legislativas de 2005) se ter manifestado ostensivamente contra o governo, o engenheiro Pinto de Sousa desvalorizou a importância dos «números» que, na essência, representam a mesma ferramenta da legitimação eleitoral que lhe ofereceu uma ampla maioria na Assembleia da República.

Mas o que impressiona verdadeiramente foi a acusação à pretensa «instrumentalização» dos sindicatos pelos partidos de esquerda, como se os sindicatos que convocaram a manifestação tivessem caído no mais deplorável pecado, o pecado de fazer exactamente aquilo que lhes compete. E como se a UGT não fosse instrumentalizada pelo PS.

28 de fevereiro de 2009

Desemprego para todos!

No congresso, o grande líder elegeu o desemprego como grande prioridade. A honestidade devia ser recompensada porque, honra lhe seja feita, o homem conseguiu!