Ó Sr. ARV, se quer, realmente, ficar a saber algo de concreto e substancial sobre o absurdo, olhe PARA SI MESMO, minha grande ABÉCULA, e garanto-lhe que, quase que instantaneamente, todas as suas dívidas a este respeito se dissiparão.
Desejo-lhe ferverosamente suaves facadinhas nas CARÓTIDAS
Como se pode facilmente depreender ao olharmos o comentário anterior, estamos indiscutivelmente perante um comentário absurdo, próprio de uma existência paradoxal.
Em primeiro lugar, ninguém no seu perfeito juízo comenta textos de «abéculas». Esta proposição só pode indiciar uma projecção de si no outro.
Em segundo lugar, a intenção de publicar um texto aludindo ao absurdo tem em vista familiarizar os leitores com o tema. Logo, não sou eu quem procura saber do que se trata. Esta segunda proposição demonstra que por detrás daquele comentário está uma existência vil, andrajosa e irracional, escondida imediatamente atás de umas quantas varizes no ânus, portanto, uma existência absurda incapaz de encetar raciocínios básicos.
Em terceiro lugar, atendendo ao dilema natural da taxinomia das espécies, verificamos a impossibilidade de uma ave ser classificada como mamífero, na mesma medida que verificamos só numa abécula ser possível coexistir a diarreia, a microcefalia, a halitose, raiva convulsa e racionalidade unicelular.
Logo, a única explicação é a vulgar projecção, em que uma simpática abécula esboça de forma absurda e num esgar de insuportável dificuldade, uma tentativa falhada de expressão escrita.
Eu avisei no post número 1, em Outubro de 2003, que este seria um espaço aberto «até a médicos», portanto, não seria justo excluir as abéculas hemorroidais!
bom dia sr. ARV este comentário no fundo é uma questão, poderia v. exa. dizer-me o que tem contra a classe médica? a classe menos corporativa, e que, enquanto classe, mais tem contribuido neste país, depois das "trevas" do nacional socialismo corporativo, para auxiliar na democratização de portugal, promover justiça social e igualdade de oportunidades, até em termos de acesso à classe pela tentativa de abertura do acesso em massa às universidades, no que diz respeito à aprendizagem da medicina, entre outras medidas. pergunto porquê essa, pelo menos aparente, aversão à classe a que tão orgulhosamente pertenço.
xôtora, a sua pergunta é absurda! A senhora é absurda! A senhora não existe! Estou a ficar violento! Saia-me da frente! Absurda! Absorta! Abrupta! Abrótea!
não compreendi o seu comentário ao meu comentário, o sr. esconde alguma coisa, sr. ARV? veja lá, tenha cuidado com os médicos, eles são maus e poderosos.. cuidado..
6 comentários:
Sobre o absurdo???
Ler o quê???
De quem????
Ó Sr. ARV, se quer, realmente, ficar a saber algo de concreto e substancial sobre o absurdo, olhe PARA SI MESMO, minha grande ABÉCULA, e garanto-lhe que, quase que instantaneamente, todas as suas dívidas a este respeito se dissiparão.
Desejo-lhe ferverosamente suaves facadinhas nas CARÓTIDAS
Como se pode facilmente depreender ao olharmos o comentário anterior, estamos indiscutivelmente perante um comentário absurdo, próprio de uma existência paradoxal.
Em primeiro lugar, ninguém no seu perfeito juízo comenta textos de «abéculas». Esta proposição só pode indiciar uma projecção de si no outro.
Em segundo lugar, a intenção de publicar um texto aludindo ao absurdo tem em vista familiarizar os leitores com o tema. Logo, não sou eu quem procura saber do que se trata. Esta segunda proposição demonstra que por detrás daquele comentário está uma existência vil, andrajosa e irracional, escondida imediatamente atás de umas quantas varizes no ânus, portanto, uma existência absurda incapaz de encetar raciocínios básicos.
Em terceiro lugar, atendendo ao dilema natural da taxinomia das espécies, verificamos a impossibilidade de uma ave ser classificada como mamífero, na mesma medida que verificamos só numa abécula ser possível coexistir a diarreia, a microcefalia, a halitose, raiva convulsa e racionalidade unicelular.
Logo, a única explicação é a vulgar projecção, em que uma simpática abécula esboça de forma absurda e num esgar de insuportável dificuldade, uma tentativa falhada de expressão escrita.
Eu avisei no post número 1, em Outubro de 2003, que este seria um espaço aberto «até a médicos», portanto, não seria justo excluir as abéculas hemorroidais!
bom dia sr. ARV
este comentário no fundo é uma questão, poderia v. exa. dizer-me o que tem contra a classe médica? a classe menos corporativa, e que, enquanto classe, mais tem contribuido neste país, depois das "trevas" do nacional socialismo corporativo, para auxiliar na democratização de portugal, promover justiça social e igualdade de oportunidades, até em termos de acesso à classe pela tentativa de abertura do acesso em massa às universidades, no que diz respeito à aprendizagem da medicina, entre outras medidas. pergunto porquê essa, pelo menos aparente, aversão à classe a que tão orgulhosamente pertenço.
saúde
xôtora, a sua pergunta é absurda!
A senhora é absurda!
A senhora não existe!
Estou a ficar violento!
Saia-me da frente!
Absurda!
Absorta!
Abrupta!
Abrótea!
não compreendi o seu comentário ao meu comentário, o sr. esconde alguma coisa, sr. ARV? veja lá, tenha cuidado com os médicos, eles são maus e poderosos.. cuidado..
saúde da Boa
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