
The Gift, em Évora, no Theatro Garcia de Rezende
Ontem, os The Gift demonstraram em Évora porque são uma das bandas mais consistentes da actualidade musical. Amadureceram bastante e têm beneficiado extraordinariamente da disponibilidade que têm em assumir uma relação descomplexada com os sons e os ritmos. O resultado é um trabalho equilibrado, diria harmonioso.
Sónia, a voz é soberba, sabe encher os interstícios musicais tornando a música uma experiência incrívelmente bela e emocionante. Liga com a sua voz, todas as pontas de um vestido por alinhavar enquanto lhe dá a coloração desejada. E sabe-a usar tão bem quanto a sua extasiante expressão corporal, qual metrónomo a regular os andamentos.
No final do 2º encore, quem lá estava não pediu mais. Sónia, em português e Nuno ao Piano. Entre belo e sublime, o último aconhego da manta antes de apagar a luz...
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3 comentários:
PORRA!!!!!!!!!!!!!
Mas que teoria de merda é este post?
Os Gift são um cagalhão no qual nem as varejeiras tocam!
Musicalmente são uma nulidade absoluta!
Não discuto os gostos de cada um, mas sim o conteudo do projecto, que é um perfeito conjunto vazio, para utilizar uma linguagem matemática de facil percepção.
Musicalmente uma nulidade, com teorias arrogantes e insuportáveis, em especial por parte desse Nuno da treta e dessa Sónia deslavada de nariz empinado.
A gota de água chegou no dia em que numa entrevista essa menina sónia, sim porque para ser mulher ainda tem de amadurecer, como dizia eu, essa menina sónia, em resposta á questão:
- O que dizes em relação aquelas pessoas que não gostam de Gift?
a anormal respondeu:
- Essas pessoas que não gostam de Gift e dizem mal de nós, são as mesmas que chegam a casa e vão ouvir Bjork(!), Massive Attack(!), Beck(!) entre outros.
VAI LÁ VAI!!!!!!!!!!!!
Realmente é o cumulo, já não basta serem uma cópia, má, diga-se de passagem, de Bjork com outros plágios á mistura, como ainda por cima se arrogam o direito de se compararem com projectos como Massive Attack, Bjork, Beck, etc...
NÃO HÁ PACHORRA!
Preste-se o Sr. ARV á palhaçada, mas a mim não me serve a carapuça!
Digo e repito, todo este comentário tem por base o facto dos Gift serem uma nulidade de conteudo em termos musicais!
Agora se os senhores gostam, que lhe faça bom proveito, eu arroto aos gajos.
Sr. ARV não me decepcione mais.
Fica o comentário, obviamente de um ser ressabiado, com o qual, obviamente, não concordo. Nem sequer é minimamente relevante o teor do comentário, perfeitamente ao lado de tudo...
... Mas claro que não sou nem tenho aspirações a ser um crítico de arte...
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