11 de dezembro de 2006

à tout propos (251)

Que a história o recorde com nostalgia ou ódio, isso pouco lhe importa, em particular na hora da morte. Certo é que, morto, jamais poderá responder pelos hediondos crimes que lhe são imputados. O castigo do «general» Pinochet consistiria em viver e não em morrer.

1 comentário:

António Louro Alves disse...

Concordo em absoluto!